Hérnia Umbilical Congênita Persistente em Criança de 3 Anos

Hérnia Umbilical Congênita Persistente em Criança de 3 Anos: Indicação de Herniorrafia Eletiva após Insucesso do Fechamento Espontâneo

Autores

  • Júlia Prado São Thiagoo Centro Universitário de Volta Redona (UniFOA)
  • Yanca dos Reis Oliveira UniFOA
  • Chaiana Monteiro Ramos de Freitas UniFOA
  • Alessandra Patrícia Soares da Costa Rafael UniFOA

DOI:

https://doi.org/10.47385/camclin.5653.6.2026

Palavras-chave:

Hérnia;, Criança, cirurgia

Resumo

A hérnia umbilical congênita é uma condição comum na infância, resultante do fechamento incompleto do anel umbilical após o nascimento. Embora geralmente assintomática e com tendência à resolução espontânea, casos persistentes podem exigir intervenção cirúrgica. Este relato descreve um menino de 3 anos com hérnia redutível e sem sinais de complicação, cuja persistência e diâmetro do anel (1,5 cm) motivaram a indicação de herniorrafia eletiva. A cirurgia ocorreu sem intercorrências e o pós-operatório foi satisfatório. Estudos recentes apontam incidência elevada em prematuros e bebês de baixo peso, sendo que fatores como o tamanho do anel influenciam negativamente a chance de fechamento espontâneo. A taxa de complicações é baixa, mas pode incluir encarceramento e estrangulamento. O manejo adequado depende da idade, do quadro clínico e do tamanho da hérnia. A compreensão dessa condição é fundamental para evitar procedimentos desnecessários ou atrasos terapêuticos.

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Biografia do Autor

Júlia Prado São Thiagoo, Centro Universitário de Volta Redona (UniFOA)

A hérnia umbilical congênita é uma condição comum na infância, resultante do fechamento incompleto do anel umbilical após o nascimento. Embora geralmente assintomática e com tendência à resolução espontânea, casos persistentes podem exigir intervenção cirúrgica. Este relato descreve um menino de 3 anos com hérnia redutível e sem sinais de complicação, cuja persistência e diâmetro do anel (1,5 cm) motivaram a indicação de herniorrafia eletiva. A cirurgia ocorreu sem intercorrências e o pós-operatório foi satisfatório. Estudos recentes apontam incidência elevada em prematuros e bebês de baixo peso, sendo que fatores como o tamanho do anel influenciam negativamente a chance de fechamento espontâneo. A taxa de complicações é baixa, mas pode incluir encarceramento e estrangulamento. O manejo adequado depende da idade, do quadro clínico e do tamanho da hérnia. A compreensão dessa condição é fundamental para evitar procedimentos desnecessários ou atrasos terapêuticos.

Yanca dos Reis Oliveira, UniFOA

A hérnia umbilical congênita é uma condição comum na infância, resultante do fechamento incompleto do anel umbilical após o nascimento. Embora geralmente assintomática e com tendência à resolução espontânea, casos persistentes podem exigir intervenção cirúrgica. Este relato descreve um menino de 3 anos com hérnia redutível e sem sinais de complicação, cuja persistência e diâmetro do anel (1,5 cm) motivaram a indicação de herniorrafia eletiva. A cirurgia ocorreu sem intercorrências e o pós-operatório foi satisfatório. Estudos recentes apontam incidência elevada em prematuros e bebês de baixo peso, sendo que fatores como o tamanho do anel influenciam negativamente a chance de fechamento espontâneo. A taxa de complicações é baixa, mas pode incluir encarceramento e estrangulamento. O manejo adequado depende da idade, do quadro clínico e do tamanho da hérnia. A compreensão dessa condição é fundamental para evitar procedimentos desnecessários ou atrasos terapêuticos.

Chaiana Monteiro Ramos de Freitas, UniFOA

A hérnia umbilical congênita é uma condição comum na infância, resultante do fechamento incompleto do anel umbilical após o nascimento. Embora geralmente assintomática e com tendência à resolução espontânea, casos persistentes podem exigir intervenção cirúrgica. Este relato descreve um menino de 3 anos com hérnia redutível e sem sinais de complicação, cuja persistência e diâmetro do anel (1,5 cm) motivaram a indicação de herniorrafia eletiva. A cirurgia ocorreu sem intercorrências e o pós-operatório foi satisfatório. Estudos recentes apontam incidência elevada em prematuros e bebês de baixo peso, sendo que fatores como o tamanho do anel influenciam negativamente a chance de fechamento espontâneo. A taxa de complicações é baixa, mas pode incluir encarceramento e estrangulamento. O manejo adequado depende da idade, do quadro clínico e do tamanho da hérnia. A compreensão dessa condição é fundamental para evitar procedimentos desnecessários ou atrasos terapêuticos.

Alessandra Patrícia Soares da Costa Rafael, UniFOA

A hérnia umbilical congênita é uma condição comum na infância, resultante do fechamento incompleto do anel umbilical após o nascimento. Embora geralmente assintomática e com tendência à resolução espontânea, casos persistentes podem exigir intervenção cirúrgica. Este relato descreve um menino de 3 anos com hérnia redutível e sem sinais de complicação, cuja persistência e diâmetro do anel (1,5 cm) motivaram a indicação de herniorrafia eletiva. A cirurgia ocorreu sem intercorrências e o pós-operatório foi satisfatório. Estudos recentes apontam incidência elevada em prematuros e bebês de baixo peso, sendo que fatores como o tamanho do anel influenciam negativamente a chance de fechamento espontâneo. A taxa de complicações é baixa, mas pode incluir encarceramento e estrangulamento. O manejo adequado depende da idade, do quadro clínico e do tamanho da hérnia. A compreensão dessa condição é fundamental para evitar procedimentos desnecessários ou atrasos terapêuticos.

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Publicado

2026-03-03

Como Citar

Prado São Thiagoo, J., dos Reis Oliveira, Y., Monteiro Ramos de Freitas, C., & Soares da Costa Rafael, A. P. (2026). Hérnia Umbilical Congênita Persistente em Criança de 3 Anos: Hérnia Umbilical Congênita Persistente em Criança de 3 Anos: Indicação de Herniorrafia Eletiva após Insucesso do Fechamento Espontâneo. Caminhos Da Clínica, (6). https://doi.org/10.47385/camclin.5653.6.2026

Edição

Seção

Cirurgia Geral