Síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser: da abordagem ao tratamento

Autores

  • Juliana Marques UniFOA
  • Letícia de Andrade Reis UniFOA - Centro Universitário de Volta Redonda
  • Thaís Botelho Pacheco Pires UniFOA - Centro Universitário de Volta Redonda
  • Tássio de Faria Huguenin UniFOA - Centro Universitário de Volta Redonda

Resumo

A Síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (MRKH) é uma condição rara que atinge mulheres, afetando sua saúde física e emocional. Ela pode ser dividida em dois tipos: tipo I (aplasia congênita do útero e da parte superior da vagina); e tipo II (aplasia incompleta e/ou associada a outras malformações). As pacientes portadoras, geralmente, apresentam amenorreia primária e o diagnóstico é feito através de exames de imagem, como Ultrassonografia e Ressonância Magnética, que demonstram a ausência desses órgãos e estruturas. O tratamento é feito a partir do momento em que essas mulheres atingem sua maturidade puberal e emocional, utilizando métodos não-cirúrgicos, como a autodilatação e a dilatação coital, ou construção cirúrgica da vagina.

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Publicado

2026-02-24

Como Citar

Marques, J., de Andrade Reis, L., Botelho Pacheco Pires, T., & de Faria Huguenin, T. (2026). Síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser: da abordagem ao tratamento. Caminhos Da Clínica, (6). Recuperado de https://revistas.unifoa.edu.br/caminhos/article/view/5181

Edição

Seção

Ginecologia e Obstetrícia