Comunidades de Simulídeos (Diptera: Simuliidae) ao longo de um gradiente de altitude no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, RJ

Autores

  • A. Maia Centro Universitário Estadual da Zona Oeste, Rio de Janeiro, RJ
  • Y. S. Uchôa Centro Universitário Estadual da Zona Oeste, Rio de Janeiro, RJ
  • L. B. Lucena Centro Universitário Estadual da Zona Oeste, Rio de Janeiro, RJ
  • M. J. R. Pinto Centro Universitário Estadual da Zona Oeste, Rio de Janeiro, RJ
  • L. H. Gil-Azevedo Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ
  • R. Figueiró Centro Universitário Estadual da Zona Oeste, Rio de Janeiro, RJ; Centro Universitário de Volta Redonda, Volta redonda, RJ;

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.1716

Palavras-chave:

sazonalidade, taxocenoses, Simuliidae

Resumo

A família Simuliidae compreende 1750 espécies descritas, das quais a maior parte, quando em sua forma adulta, apresenta hematofagia. Estes insetos estão distribuídos em todos os continentes, e têm importância médica e veterinária como vetores da Oncocercose e da Mansonelose, além de estudos apontarem para uma relação de suas picadas com o desenvolvimento do Pênfigo Foliáceo endêmico. Apesar de sua ampla distribuição, sua ocorrência pode ser restrita localmente pela existência de criadouros com as condições apropriadas para seus imaturos: suas larvas se criam em ambientes lóticos em áreas de correnteza, onde estão presentes em altas densidades e são considerados espécies-chave. Diversos fatores abióticos podem influenciar a composição das taxocenoses de simulídeos, como a temperatura, o pH e a velocidade de correnteza, entre outros, os quais variam ao longo de um gradiente de altitude. Entretanto, a distribuição altitudinal de simulídeos é pouco estudada na literatura, se restringindo a um estudo na Tailândia e outro no Parque Nacional de Itatiaia-RJ. O objetivo do presente estudo é investigar a distribuição espacial e temporal de imaturos de simulídeos em diferentes altitudes o Parque Nacional da Serra dos Órgãos, no estado do Rio de Janeiro, de forma a abordar a influência do gradiente de altitude sobre a composição de taxocenoses de simulídeos.

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Publicado

2012-10-30

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