Carcinoma espinocelular de canal anal: avaliação de aspectos clínicos e terapêuticos

Autores

  • V. M. L. Ribeiro UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • F. F. Franco UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • V. S. Gonzales UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • B. H. R. Paula UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • L. V. Quinellato UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • E. C. Jesus UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.1812

Palavras-chave:

canal anal, carcinoma, espinocelular

Resumo

O câncer de canal anal apresenta-se como um tipo infreqüente de neoplasia. Cerca de 80% destes tumores são carcinomas espinocelulares, seguidos pelo carcinoma cloacogênico. Com o surgimento da AIDS, esse tipo de tumor tem apresentado freqüência maior nos infectados pelo HIV, modificando a epidemiologia dessa neoplasia. Esse aumento parece estar relacionado com a infecção pelo HPV e ao aumento do tempo de expectativa de vida dos doentes HIV-positivos, proporcionado pelas drogas anti-retrovirais. Além disto, há vários outros fatores associados como: feridas anais crônicas, tabagismo, infecções virais e bacterianas, imunossupressão e exposição prévia à radiação. Quanto à sintomatologia, os doentes referem saliência ou caroço no ânus, prurido, dor e/ou desconforto anal, podendo apresentar hematoquezia ou sangramento de pequeno volume às evacuações, além de nódulos inguinais. O tratamento não operatório com radio e quimioterapia possui altos índices de cura e preserva o esfíncter anal. Em pacientes com persistência da doença ou recidiva local, um tratamento cirúrgico de resgate deve ser instituído, com ressecção local ou amputação abdominoperineal. O presente trabalho tem como objetivo analisar todos os casos de carcinoma espinocelular de canal anal de uma clínica oncológica de Volta Redonda/RJ, para verificação de aspectos clínicos e terapêuticos e avaliação dos resultados dos tratamentos realizados. Está sendo realizada uma análise retrospectiva dos prontuários considerando aspectos como história clínica, tratamento realizado, aparecimento de recorrência, sobrevida e antecedentes pessoais, através de uma ficha de coleta de dados. Os dados estão sendo coletados e armazenados em uma tabela do Microsoft Excel para serem, posteriormente, analisados e apresentados através de tabelas e gráficos. Após esta análise, será redigido um artigo científico comparando os resultados encontrados com os protocolos preconizados pela literatura.

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Publicado

2012-10-30

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