Estudo da viabilidade de uma proteção capaz de interagir o medidor portátil de glicose e seus acessórios

Autores

  • J. C. G. Machado FATEA- Faculdades Integradas Teresa D´Ávilia,Lorena,SP
  • N. T. Matias FATEA- Faculdades Integradas Teresa D´Ávilia,Lorena,SP

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.2218

Palavras-chave:

acessórios, crianças, capas de proteção, diabetes, medidor de glicose

Resumo

O medidor de glicose, em geral dispõe de capa, já fornecida com o equipamento, ou estojo para assegurar a o transporte, contudo as capas não atendem adequadamente a função a qual se destinam. O objeto com a capa assume uma dimensão significativamente maior, comparado quando está sem a capa, além disso, pela característica do material empregado, torna-se sujo pelo constante manuseio, exigindo a lavagem do material. Considerando que os pacientes, em especial os mais jovens, já se sentem, de alguma forma, diferentes pela demanda do uso constante do medidor de glicose, o aspecto estético torna-se importante, podendo até mesmo ser considerado um elemento motivador para uso sem constrangimentos do medidor de glicose. Este estudo pretende desenvolver uma proteção capaz de integrar o medidor de glicose e seus acessórios, considerando todas as requisições consideradas importantes pelos seus usuários, que neste caso serão as crianças, identificadas como tal pelo Estatuto da Criança e do Adolescente no Art. 2º que considera ser criança a pessoa até doze anos de idade incompletos. A inovação da capa de proteção para o aparelho surgiu, a partir da percepção apontada por profissionais da área de saúde que atendem pacientes diabéticos. A Dra. Raquel Barbosa Lima Schwab, especialista em Endocrinologia diz que “[...] muitas das crianças que atendo tem certa resistência ao uso do medidor de glicose, pois o consideram um incômodo. ” A partir deste ponto de vista entende-se ser possível que haja um grande número de pessoas, consideradas crianças, que têm dificuldades relacionadas ao transporte e manuseio do medidor de glicose, por não se sentirem confortáveis com o equipamento. Deste modo, o presente estudo propõe conhecer as demandas dos usuários infantis diabéticos em relação ao uso do equipamento e propor um sistema que qualifique o produto de acordo com os interesses de seus usuários.

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Publicado

2012-10-30