Levantamento da Realização de exames periódicos preventivos em funcionários do UniFOA e pacientes da Policlínica André Bianco

Autores

  • B. H. R. Paula UniFOA – Centro Universitário Volta Redonda
  • A. L. R. Claudino UniFOA – Centro Universitário Volta Redonda
  • F. C. O. Almeida UniFOA – Centro Universitário Volta Redonda
  • E. C. Millen UniFOA – Centro Universitário Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v5.n1.2460

Palavras-chave:

prevenção, rastreamento, risco, paciente, humanização

Resumo

Os métodos de rastreamento permitem uma avaliação precoce dos estados fisiológicos e porventura patológicos de pacientes que não possuem indícios clínicos de doença e que se enquadrem na população de risco. Os mesmos são baseados em evidência, adotados por sistemas de saúde nacionais e internacionais com faixa da população que se submete a tais exames como preventivos do câncer de colo uterino, mamografia e próstata. Entretanto há questionamentos sobre qual parcela da população é candidata a estes métodos, principalmente no que tange a faixa etária, o conhecimento público da importância desta prática que se traduz pela não adesão e a verdadeira eficácia de cada exame. Objetiva-se verificar se existe algum fator preditivo para a adesão ou não dos candidatos a testes de rastreamento, um melhor compreendimento das razões pelas quais a procura pela medicina preventiva por parte do paciente não é ótima. A pesquisa, em andamento, é realizada em domínios do UniFOA, na cidade de Volta Redonda-RJ. Foram aplicados, até o presente momento, 211 questionários contendo perguntas a serem respondidas pelo pesquisado, mediante a assinatura de um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Todos os questionários obtidos foram incluídos, uma vez que preenchiam os critérios de inclusão. Esta avaliação baseia-se em análise interina não planejada, após coleta de 18,11% do total de entrevistas intencionadas. O que se pode observar apesar de um “n” ainda pouco significativo é que o acesso a medicina privada através de planos ou seguros de saúde, aparenta ser um fator facilitador para a realização de exames preventivos ginecológicos, justificado pelo fato de 73% dos entrevistados que relataram dificuldade não serem possuidores dos mesmos. Este dado também é reproduzido entre indivíduos do sexo masculino, cerca de 20% que referem a não realização de exames preventivos contra o câncer de próstata por conta de dificuldade de acesso ao mesmo.

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Publicado

2018-08-14