Determinação das frações volumétricas de ferrita e martensita em função da temperatura de têmpera intercrírtica para o aço 1011 ao Si e Mn

Autores

  • J. A. C. Barbosa UniFoa – Centro Universitário de Volta Redonda
  • B. B. Lopes EEIMVR/UFF – Escola de Engenharia Industrial Metalúrgica de Volta Redonda
  • G. Rodrigues UniFoa – Centro Universitário de Volta Redonda
  • L. C. A. Vieira UniFoa – Centro Universitário de Volta Redonda
  • A. S. Paula UniFoa – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. R. Baldissera EEIMVR/UFF – Escola de Engenharia Industrial Metalúrgica de Volta Redonda
  • F. Ferreira EEIMVR/UFF – Escola de Engenharia Industrial Metalúrgica de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v3.n1%20esp.2760

Palavras-chave:

Frações volumétricas, aços bifásicos

Resumo

Com a grande procura por parte das indústrias automobilísticas em melhorar o desempenho e diminuir a poluição, vem se desenvolvendo pesquisas para a redução de peso de seus automóveis. Uma das linhas de pesquisas é aquela envolvendo os aços bifásicos, estes aços possuem uma boa conformabilidade, uma boa resistência mecânica, uma boa tenacidade e um alto índice de encruamento. Estas propriedades são oriundas de sua microestrutura formada pelas fases ferrita e martensita. Neste trabalho foi determinada a faixa de temperatura para tratamentos térmicos intercríticos, via simulação numérica e por metalografia quantitativa. As simulações numéricas foram realizadas utilizando o software THERMOCALC e considerando um aço com 0,11% de carbono e seus principais elementos de liga. Utilizando a faixa de temperatura determinada pela simulação numérica, foram realizadas têmperas a partir de diferentes temperaturas com o objetivo de se obter microestruturas com diferentes frações volumétricas de ferrita e martensita. As têmperas intercríticas foram realizadas a cada 10 oC, cobrindo toda a faixa de temperatura determinada pela simulação computacional. As frações volumétricas de ferrita e martensita, em cada amostra temperada, foram determinadas por meio de metalografia quantitativa. Os resultados mostraram que a faixa de temperatura para tratamento térmicos intercriticos (698 oC a 833 oC) e as frações volumétricas de ferrita e martensita obtidas pela simulação numérica estão de acordo com aquelas obtidas por metalografia quantitativa.

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Publicado

2019-02-04

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