Comunidades de Simulídeos (Diptera: Simuliidae) ao longo de um gradiente de altitude no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, RJ

A. Maia, Y. S. Uchôa, L. B. Lucena, M. J. R. Pinto, L. H. Gil-Azevedo, R. Figueiró

Resumo


A família Simuliidae compreende 1750 espécies descritas, das quais a maior parte, quando em sua forma adulta, apresenta hematofagia. Estes insetos estão distribuídos em todos os continentes, e têm importância médica e veterinária como vetores da Oncocercose e da Mansonelose, além de estudos apontarem para uma relação de suas picadas com o desenvolvimento do Pênfigo Foliáceo endêmico. Apesar de sua ampla distribuição, sua ocorrência pode ser restrita localmente pela existência de criadouros com as condições apropriadas para seus imaturos: suas larvas se criam em ambientes lóticos em áreas de correnteza, onde estão presentes em altas densidades e são considerados espécies-chave. Diversos fatores abióticos podem influenciar a composição das taxocenoses de simulídeos, como a temperatura, o pH e a velocidade de correnteza, entre outros, os quais variam ao longo de um gradiente de altitude. Entretanto, a distribuição altitudinal de simulídeos é pouco estudada na literatura, se restringindo a um estudo na Tailândia e outro no Parque Nacional de Itatiaia-RJ. O objetivo do presente estudo é investigar a distribuição espacial e temporal de imaturos de simulídeos em diferentes altitudes o Parque Nacional da Serra dos Órgãos, no estado do Rio de Janeiro, de forma a abordar a influência do gradiente de altitude sobre a composição de taxocenoses de simulídeos.


Palavras-chave


sazonalidade, taxocenoses, Simuliidae

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