Avaliação da microbiota presente no interior do corpo de torneiras de um hospital público de Volta Redonda, RJ

Autores

  • C. A. S. Pereira UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • H. A. Duarte UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • E. A. Lourenço UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • J. R. Medeiros UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • L. F. Silva UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • N. C. P. Souza UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.1711

Palavras-chave:

torneiras, IRAS, microbiota, corpo de torneiras

Resumo

A água constitui um importante veículo de bactérias, já que a maioria é ubiquitária e sobrevive em locais úmidos sendo assim, o interior do corpo de torneiras se torna um local propício à proliferação das células bacterianas. É nesse contexto que o presente trabalho tem como objetivo identificar a microbiota existente no corpo de torneiras de uma unidade hospitalar. Foram colhidos 60 amostras com auxílio de swab, sendo 9 docentro cirúrgico, 12 da UTI de adultos, 8 da UI de adultos, 7 da UTI neonatal e 24 da maternidade. Os swabs foras introduzidos no interior do corpo da torneira e rolados a fim de se obter o possível biofilme contido nas mesmas. Após a coleta os swabs foram imersos em meios de transporte (Cary-Blair) e encaminhadas ao Laboratório de Microbiologia do UniFOA. As amostras foram semeadas em Ágar MacConkey e Ágar sangue e incubadas a 37° C por 24-48 horas. Após obtenção das colônias foi realizado coloração de Gram, teste da catalase e oxidade. A identificação bioquímica foi realizada pelo método de automação Vitek II®. Das 60 amostras, (15) 25% apresentaram crescimento bacteriano. As Enterobactérias foram isoladas de (8) 53,3%, onde a K. pneumoniae teve maior destaque. As demais torneiras apresentaram crescimento de Enterococcus durans (3) 20%, Bacilos Gram Negativos Não Fermentadores (3) 20% e Staphylococcus epidemidis (1) 6,6%. As torneiras que apresentaram crescimento bacteriano do centro cirúrgico e da maternidade foram por Enterobactérias (2) 22,2% e (3) 12,5%, respectivamente. A UI Adulto, apresentou (2) 25% das torneiras com crescimento bacteriano. Enquanto que as torneiras da UTI neonatal não apresentaram nenhuma bactéria em seu corpo. Já a UTI adulto apresentou suas torneiras (8) 66,6% de crescimento bacteriano diversificado. O presente trabalho mostra a importância da higienização periódica de torneiras das unidades hospitalares.

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Publicado

2012-10-30

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