A influência do estresse na gênese da hipertensão arterial

Autores

  • M. V. Faria UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • L. P. Martins UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.1763

Palavras-chave:

estresse, hipertensão, sistema nervoso

Resumo

A hipertensão arterial é a pressão elevada que o sangue faz nas paredes das artérias, elevando a mesma a um valor igual ou superior a 140 mmHg na sistólica e 90 mmHg na diastólica, considerando uma pessoa em repouso. É considerada uma doença cardiovascular com maior percentual de morte. Diversos autores citam várias causas como principais fatores de risco para a hipertensão e o estresse é uma dessas causas. Essa reação do organismo, física e mental, acelera o ritmo cardíaco podendo aumentar a pressão arterial de forma irreversível, tendo alto risco de doença coronariana. Os principais determinantes da pressão arterial são o débito cardíaco e a resistência periférica, agindo no calibre das arteríolas. A atividade simpática, substâncias vasopressoras e vasodepressoras circulantes e hormônios são determinantes para a variação do tônus vascular. A hipertensão ocorre quando há uma quebra no equilíbrio desses fatores pressores e depressores. Os estudos que relacionam a hipertensão com os fatores emocionais mostram que o estresse produzido por traumas, trabalho, e da vida urbana tem relações com o desenvolvimento da hipertensão. Verificar como o sistema nervoso influencia a hipertensão arterial, e como outros fatores relacionados podem interferir nesse processo evitando o aumento da pressão e o risco de doenças cardiovasculares se torna extremamente importante diante do apresentado. Neste trabalho serão abordadas as principais causas fisiológicas e emocionais da hipertensão, relacionando o controle do sistema nervoso na fisiopatologia principalmente em situação de estresse.

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Publicado

2012-10-30