Atendimento à parada cardiorrespiratória: conhecimento da equipe multiprofissional

Autores

  • C. G. O. Siqueira UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • N. G. S. Souza UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • T. O. O. Santos UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • A. Costa-Filho UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. R. Braz UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.1792

Palavras-chave:

PCR, RCP e equipe multiprofisional

Resumo

A Parada Cardiorrespiratória (PCR) é a interrupção dos batimentos cardíacos e da respiração. Diante deste quadro clínico, faz-se necessário a realização de um atendimento eficaz, priorizando a vida reestabelecendo as funções fisiológicas. A identificação e a constatação rápida de uma parada aumentam a chance da reanimação cardiopulmonar (RCP). A solicitação por ajuda e o início de suporte básico de vida (SBV) devem ser sincronizados e eficazes. Em função disto, a equipe deverá obter conhecimentos para agir de forma correta. Entendemos que o conhecimento do protocolo de atendimento possa garantir uma boa e eficaz atuação da equipe multiprofissional durante a PCR. Sendo assim, a equipe deve conhecer e fazer uso de um arsenal mínimo de conhecimentos, visando aperfeiçoar a execução dos procedimentos emergenciais como: compressões torácicas, desfibrilação e ventilação pulmonar. Este estudo tem como objetivo identificar e descrever como deve ocorrer o atendimento em uma PCR conforme as diretrizes do atendimento básico do Guideline. O objetivo é conhecer as dificuldades que se apresentam neste evento. A tomada de decisão faz parte de um processo que envolve conhecimento técnico científico, experiências profissionais e fatores psicológicos. Portanto, é fundamental a atualização da equipe diante do protocolo de atendimento a vítima de PCR. A abordagem metodológica proposta neste estudo é de revisão integrativa através de buscas nos bancos de dados SCIELO (Scientific Electronic Librery Online) e GuideLine (American Heart Association 2010).

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Publicado

2012-10-30

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