Choque hipovolêmico: atuação do enfermeiro

Autores

  • E. S. S. Queiroz UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • R. P. P. Moreira UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • K. G. O. Ferreira UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • A. Costa-Filho UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. R. Braz UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.1813

Palavras-chave:

choque hipovolêmico, detecção precoce, enfermeiro

Resumo

O choque circulatório é uma condição clínica aguda representada pela incapacidade do sistema cardiovascular em manter perfusão suficiente para atender a homeostase, de modo a desencadearem-se profundas alterações do metabolismo celular que, se não corrigidas a tempo, levam a disfunção de múltiplos órgãos e, finalmente a morte (VIANA apud MARQUES et al, 2010). Tal situação exige do enfermeiro emergencista um olhar clínico rápido que detecte precocemente os sinais clássicos deste tipo de choque. O interesse por essa pesquisa se deu após experiências diante do quadro de choque hipovolêmico, onde efetivamente os sinais são identificados por parte da enfermagem, a qual se encontra em cuidados diretos com o paciente, sendo assim é de grande importância o conhecimento e capacidade técnica do enfermeiro para atuar diante de uma instabilidade hemodinâmica. Nesse sentido este estudo tem por objetivo apontar a percepção de enfermeiros diante dos sinais iniciais do quadro de choque hipovolêmico. Esta pesquisa trata-se de nota prévia de um trabalho de conclusão de curso. Estudo descritivo-exploratório de caráter qualitativo. A pesquisa será encaminhada ao Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos do UniFOA. Os sujeitos serão enfermeiros que atuam em serviços de emergência e o instrumento de coleta de dados será um formulário com questões pertinentes a temática.

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Publicado

2012-10-30

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