Deficiência cognitiva não impede atividade física em idosos

Autores

  • M. G. Pinto UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • L. R. S. Puccini UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. M. A. Fonseca UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • W. L. M. S. Fonseca UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.1833

Palavras-chave:

idoso, atividade física, deficiencia cognitiva

Resumo

É queixa comum de familiar de paciente idoso, portador de deficiência cognitiva relacionada ao envelhecimento de que ele não tem condição de praticar atividade física. Para verificar esta ideia comum à população atendida na Policlínica André Bianco, foram entrevistados 36 idosos, segundo um protocolo submetido e aprovado pelo Comitê de Ética do Unifoa. Os idosos ou seus representantes, após assinarem termo de consentimento, responderam a dois questionários: o primeiro indagando da prática de atividade física. O segundo avaliando a sua atividade cognitiva, através do teste denominado de minimental, já validado por inúmeros pesquisadores internacionais e nacionais. Os resultados analisados demonstram que não há diferença significativa entre os participantes de atividade física que estão em seu pleno domínio mental (66,7% dos mentalmente saudáveis) e os praticantes de atividade que apresentam deficiência cognitiva (57,1%). O estudo demonstra que as deficiências cognitivas moderadas não constituem fator limitante à prática de exercício, que é tão importante para a manutenção das funções vitais orgânicas.

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Publicado

2012-10-30

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