Instabilidade crônica de joelho esquerdo - relato de caso

Autores

  • S. C. Antunes UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • R. C. Morais UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • J. C. Peloso UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • E. C. Jesus UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. A. M. Jones UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.1929

Palavras-chave:

instabilidade crônica, videoartroscopia, ligamento cruzado anterior, menisco

Resumo

O ligamento cruzado anterior (LCA) atua como estabilizador mecânico ao restringir a anteriorização e a rotação da tíbia em relação ao fêmur. As lesões do LCA estão cada vez mais frequentes e em grande parte estão associadas à prática esportiva, principalmente quando envolve movimentos de desaceleração brusca. Associada a esta lesão, é muito comum a lesão dos meniscos, que pode ocorrer agudamente decorrente do trauma ou cronicamente devido à instabilidade ocasionada pela lesão do LCA. O objetivo do estudo foi relatar um caso de instabilidade crônica de joelho esquerdo por lesão de ligamento cruzado anterior e meniscos medial e lateral operado no Hospital São João Batista (HSJB)– Volta Redonda (RJ). Paciente do sexo masculino, 26 anos, natural de Volta Redonda, cor branca, atendente, foi internado no HSJB para cirurgia já com o diagnóstico de lesão do ligamento cruzado anterior e os meniscos medial e lateral do joelho esquerdo devido queda há dois anos em um jogo de futebol. O exame físico osteomuscular apresentou dor e instabilidade de joelho esquerdo, Teste de Lachmann positivo, teste da gaveta anterior positivo. RNM de joelho esquerdo: mínimo derrame articular, ruptura complexa em aspecto “alça de balde” de menisco interno, ruptura complexa do menisco externo, indefinição de fibras do ligamento cruzado anterior indicando ruptura. O paciente foi submetido a uma videoartroscopia de joelho esquerdo, com menicectomia parcial medial e lateral e regularização com lâmina de Shaver. Os túneis ósseos femural e tibial foram confeccionados para colocação do enxerto a fim de reconstruir o LCA. Verificada a estabilidade articular e boa perfusão distal. Paciente liberado acordado e estável com a orientação de utilizar muletas durante três semanas. A conduta adotada neste paciente mostrou ser bastante efetiva, com boa resposta clínica e sem complicações pós-operatórias.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2012-10-30

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)