Manipulação terapêutica da dor neuropática

Autores

  • K. N. Maciel UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. L. Neto UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • C. A. L. Pinto UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.1941

Palavras-chave:

dor neuropática, dor central, polineuropatia dolorosa, neuralgia pós herpética, neuralgia do trigêmeo

Resumo

A Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) define dor neuropática como um tipo de dor resultante de doença ou dano do sistema nervoso central ou periférico, com disfunção do sistema nervoso, decorrente de lesão ou disfunção do sistema somestésico, como consequência da ativação anormal da via nociceptiva. Ela pode estar associada com sensações anormais, como a disestesia e ser desencadeada por estímulos não dolorosos (alodinia). A dor neuropática pode ser contínua ou episódica (paroxística). Sensações comuns incluem queimação ou frieza, dormência e prurido, sem uma correlação causa efeito evidente. Cerca de 7% a 8% da população mundial é afetada por esta entidade clínica que pode ser classificada em dor neuropática periférica, dor neuropática central ou mista (central e periférica). Ultimamente, a dor neuropática tem recebido atenção especial devido à refratariedade terapêutica de várias síndromes dolorosas, com componentes neuropáticos predominantes e ao desenvolvimento de ferramentas diagnósticas para o reconhecimento deste tipo de dor. Os fármacos antidepressivos tricíclicos e anticonvulsivantes são os principais representantes no tratamento da dor neuropática, seja de origem periférica ou central. O presente trabalho, descrito como artigo de revisão clínica, tem por objetivo fornecer informações para o entendimento da dor neuropática, bem como abordagens terapêuticas para esta entidade clínica.

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Publicado

2012-10-30