Síndrome de Lev Lenegre

Autores

  • S. Guerra UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. Souza UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. Silva UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • L. Silva UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • G. Camara UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • G. Santos UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. Smith UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • P. Rabelo UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • C. Prado UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • A. L. Oliveira UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.2011

Palavras-chave:

nó sinusal, marcapasso, arritmia

Resumo

O nó sinusal, também chamado de nó sinoatrial, é uma estrutura formada por fibras cardíacas modificadas, especializadas, localizada na junção do átrio direito com a veia cava superior. Ele faz parte da rede elétrica cardíaca e é de grande importância por conta de sua propriedade de criar um impulso elétrico, sendo conhecido como marca-passo natural do coração. Quando ocorre um mal funcionamento desse nó sinoatrial, o ritmo cardíaco será alterado, causando distúrbios eletrocardiográficos e eletrofisiológicos. Esses distúrbios associados a sintomas é conhecido como Síndrome de Lev Lenegre. A Síndrome de Lev Lenegre também conhecida como doença do nó sinusal, em sua forma mais comum não tem etiologia definida, é considerada idiopática ou primária. Sua forma secundaria é associada a doenças cardíacas. Seus principais sintomas são tontura, lipotimia ou sincope e estão associados a queda do batimento cardíaco e da pressão arterial, podendo apresentar também sintomas de insuficiência cardíaca. Seu diagnóstico além da clínica é feito essencialmente através do eletrocardiograma de repouso ou pelo holter. O tratamento compreende basicamente a implantação de um marca-passo artificial definitivo, melhorando e eliminando os sintomas da doença. A taxa de sobrevida dos portadores de doença do nó sinusal, não tratados com marca-passo artificial, é de 85% em um ano; 75% em 3 anos, 65% em 5 anos e 50% em 7 anos.

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Publicado

2012-10-30