Terapia com células mononucleadas da medula óssea no tratamento de cardiopatias

Autores

  • G. Q. Bezerra UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.2016

Palavras-chave:

células mononucleadas, cardiopatias, terapia

Resumo

O Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) corresponde a uma das maiores razões de insuficiência cardíaca. As doenças cardiovasculares são as principais causas de morte no mundo. A terapia celular tem se apresentado como uma nova opção para tratar as cardiopatias relacionadas à isquemia do miocárdio pós-infarto. A terapia celular mais amplamente utilizada é o transplante de medula óssea, aquele no qual o tecido colhido reconstitui o mesmo no recipiente, seja autólogo ou heterólogo. Na maior parte dos estudos de terapia com células-tronco autólogas para o tratamento do IAM, a fração de células mononucleares da medula óssea (CMMO) foi injetada pela artéria relacionada ao infarto após a reperfusão, com o intuito de atingir a área de miocárdio que foi afetada diretamente pela interrupção da circulação sanguínea. No entanto, a circulação sanguínea na área de infarto pode ser seriamente afetada, dificultando o potencial acesso das células injetadas na área em que elas são necessárias para a reparação tecidual. Apesar dessas inconstâncias a conclusão de todos esses estudos é uniforme quanto à segurança do uso clínico destas células. Entretanto ainda há controvérsias quanto à eficácia deste tratamento.

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Publicado

10/30/2012