Uso terapêutico da toxina botulínica

Autores

  • E. A. Lourenço UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • R. de C. G. Pereira UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • C. A. L. Pinto UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. de L. Neto UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.2025

Palavras-chave:

toxina botulínica, mecanismo de ação, tratamento

Resumo

Amplamente estudada desde sua descoberta, como causa do Botulismo, um tipo de intoxicação alimentar, a utilização terapêutica da toxina botulínica, popularmente empregada na estética para o rejuvenescimento facial, tem aumentado gradualmente, à medida que sua farmacodinâmica é entendida. Sua capacidade de inibir a secreção de acetilcolina pelo neurônio motor permite que ela seja empregada para o tratamento de uma série de patologias em que essa secreção se encontra aumentada ou mesmo naquelas em que a secreção normal é danosa. A descoberta dos mecanismos de ação dessa proteína, produzida pelo bacilo anaeróbico Clostridium Botulinum, permitiu o emprego da Toxina Botulínica em tratamentos de vários ramos da medicina, não só no ramo da estética como também no tratamento da dor. O objetivo deste artigo de revisão, cuja elaboração é exigência curricular do módulo IV do curso de medicina do UniFoa, foi revisar o atual emprego terapêutico da toxina botulínica em diversas enfermidades, analisar seu mecanismo de ação e possíveis efeitos adversos. Essa revisão teve como base a pesquisa de fontes bibliográficas com diferentes enfoques, tanto farmacológico, como clínico, sendo este estético ou não. Obteve-se então uma profunda análise do efeito farmacológico da toxina botulínica, e de seu uso terapêutico, principalmente no que diz respeito à substituição de outras metodologias.

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Publicado

2012-10-30