Processo de inserção social e perspectivas cotidianas na comunidade Quilombola de Santana

Autores

  • L. A. Zerbone UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.2072

Palavras-chave:

quilombos, inserção social, perspectivas cotidianas, educação, agricultura de subsistência

Resumo

Cerceada não somente pela geografia do relevo local, mas também pela sociedade em geral, a comunidade de Quilombo de Santana, encontra-se limitada de todo e qualquer recurso básico. Como extensão da história os mesmos postulam os direitos e respeitos mínimos, para que possam participar da sociedade como um todo, observa-se nitidamente uma repulsa a qualquer tipo de parceria ou apoio formal ou informal da iniciativa privada, face aos registros do passado onde os mesmos foram literalmente explorados por organizações que pleiteavam o interesse singular não mútuo, o que como consequência provocou uma rotulação a esse tipo de auxílio. Baseado neste contexto, o objetivo deste trabalho foi identificar as necessidades básicas da comunidade quilombola para contribuir para o processo de inserção social e gerar perspectivas cotidianas na Comunidade. Portanto, durante a Caravana da Cidadania realizada pelo Programa Caravana da Cidadania do UniFOA na Comunidade Quilombola foi evidenciado uma escola de ensino fundamental para as crianças da comunidade, a qual se faz necessária também à construção de programa formação profissional, onde este permita, promover de fato a inserção social dos demais membros da comunidade e torná-los produtivos para sociedade, concomitantemente, proporcionando aos mesmos dignidade e uma perspectiva de crescimento humano dentro do cotidiano que habitam. Mercadologicamente, há diversas formas de promoção social, no que tange as disponibilidades encontradas e vivenciadas pela comunidade, a agricultura de subsistência, pode ser desenvolvida paralela à comercialização de produtos.

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Publicado

2012-10-30