Protótipo de composteira a partir de compósito polimérico reforçado com fibra natural

Autores

  • M. J. F. Araújo UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. V. F. Araújo UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • D. R. Mulinari UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.2165

Palavras-chave:

fibras de côco, compósito polimérico, composteira, lixo orgânico

Resumo

A geração de resíduos urbanos têm sido um cenário preocupante, devido à problemática do seu tratamento e sua disposição final. Em um lixão a disposição final de resíduos sólidos não passa por nenhuma preparação anterior do solo, ou seja, não há sistema de tratamento de efluentes líquidos. Então, o chorume, líquido preto resultante do lixo, contamina o solo e os lençóis freáticos que gerarão problemas de poluição das águas nos rios, matando espécies e contaminando a população que vive a base de água oriunda de poços. E dentre as soluções, a composteira é uma tecnologia sustentável, na qual a parte orgânica do lixo é transformada gerando como produto final um composto que pode ser usado na fertilização agrícola do solo e também na melhora de sua estrutura física, evitando assim a produção do chorume. A compostagem permite aproveitar os resíduos orgânicos, que constituem mais da metade do lixo domiciliar. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi desenvolver uma composteira sustentável que funcione associando a digestão aeróbia da matéria orgânica do lixo à digestão anaeróbia dessa mesma matéria orgânica. A composteira foi desenvolvida com compósito de resina poliéster reforçada com fibras de coco de forma a contribuir também para o resíduo gerado do consumo da água de coco. O processo de extração das fibras proveniente do coco verde se dá pela extração do exocarpo, as quais são descartadas tornando-se um passivo ambiental. Os resultados obtidos até o momento têm evidenciado que a composteira desenvolvida tem facilitado a digestão aeróbia da matéria orgânica do lixo à digestão anaeróbia.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2012-10-30

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)

1 2 3 4 > >>