Sistema de transporte de alimentos e produtos

Autores

  • R. S. F. Pena UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • L. C. B. Santos UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.2178

Palavras-chave:

design, produtos, transporte, sustentabilidade

Resumo

A observação da natureza realizada de uma maneira despretensiosa e livre, porém atenta a sua relação de funções, é uma excelente fonte de pesquisa no processo de desenvolvimento de um produto. Pensando nessas características, definiu-se como referência visual e conceitual o “ninho”, um sistema simples, com funções bem definidas, como todas as coisas na natureza. O projeto desenvolveu-se tendo como base essas diretrizes, buscando formas orgânicas para funções práticas de integridade do produto transportado e simbólicas emocionais (ninho/acolhimento, ovo/proteção), sem esquecer do problema do menor impacto ambiental e eficiência na interface (produto/usuário) com levantamento, análise e adequação aos percentis ergonômicos. Numa visão abrangente do que é ser sustentável, verifica-se que além de procurar causar menor impacto ambiental com produtos inteligentes e eficientes, deve-se considerar a tríade (reduzir, reciclar e reutilizar). Sob essa orientação constatou-se que o Brasil é um dos maiores desperdiçadores de alimentos do mundo e uma opção de transporte que não cause danos a sua integridade física é bastante relevante na redução do desperdício. Outro aspecto também importante é a reciclagem ou reutilização de materiais excedentes do processo industrial, nesse caso, o alumínio, material base da proposta. Fecha esse ciclo, o reuso do sistema e a possibilidade de ser novamente reciclado. A proibição de um sistema sujo (sacolas plásticas), sem oferecer uma opção viável, se torna infrutífera no processo de reeducação da população. Analisando os fatos, a proposta de um Sistema de Transporte de Produtos se apresenta como uma excelente opção para a lei de proibição do uso de sacolas plásticas no transporte de alimentos.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2012-10-30

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)