Neurociência cognitiva e funções mentais superiores: contribuições para a aprendizagem

Autores

  • L. S. Bastos UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. P. Alves UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.2225

Palavras-chave:

neurociência, cognição, aprendizagem, socialização

Resumo

O presente estudo pretende centrar a discussão no debate acerca da neurociência cognitiva e dos processos mentais superiores, bem como da elaboração funcional pelo cérebro humano, possibilitando a aprendizagem, a linguagem e o comportamento, amplamente estudados por Vigotskii (2006). O referido campo do saber muito tem colaborado para a compreensão dos processos de aprendizagem e do debate acerca do desenvolvimento cognitivo do ser humano. Ainda é relevante mencionar que a investigação sobre o funcionamento cerebral, através da neurociência cognitiva, tem encontrado avanços nas últimas duas décadas, e revelações das especificidades, funcionalidade e dinamismo encefálico. Assim, o presente artigo tem como objetivo discutir a neurociência cognitiva e sua relação com a aprendizagem, bem como os processos de cognição e estruturas funcionais envolvidas, sobretudo nas funções mentais superiores ou “funções psicológicas superiores” (LURIA, 2006, p.25) ratificando a complexidade e dinamismo cerebral. Na intenção de atingir o objetivo proposto, foi utilizada a pesquisa bibliográfica “a partir do registro disponível, decorrente de pesquisas anteriores” (SEVERINO, 2007, p.122), no qual o levantamento bibliográfico refere-se as citações de alguns autores que Desenvolveram estudos similares à esta temática, portanto, convidamos à reflexão destas. Desta forma, a natureza metodológica deste artigo é o estudo de revisão bibliográfica “a partir de referências teóricas publicadas em documentos” (CERVO; BERVIAN, 2002, p.65), com uma abordagem descritiva, discutindo os fundamentos neurocientíficos cognitivos envolvidos com as funções superiores do cérebro localizados em áreas ou zonas distintas, investigadas por Luria (2006) em pesquisas neuroanatomofisiológicas e sócioculturais.

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Publicado

2012-10-30

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