Dopping sanguíneo

Autores

  • C. F. M. Ferreira UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • D. W. M. Brito UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • J. K. S. Ferreira UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. A. V. Mansour UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • P. B. Machado UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • C. S. Cunha UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v6.n2%20Esp.2321

Palavras-chave:

doping, doping sanguineo, eritropietina

Resumo

Esse trabalho visa discutir, através de uma revisão bibliográfica, os vários tipos de dopping sanguíneo. O doping é caracterizado pelo uso de substâncias proibidas pela regulamentação esportiva, e que permitem aumentar artificialmente e desonestamente o desempenho físico e/ou mental do atleta. O primeiro caso de doping ocorreu na antiguidade, quando os atletas faziam uso de ervas, fungos e testículos de touro para aumentar sua capacidade física. Desde o primeiro relato o doping vem tornando-se polêmico e cada vez mais sofisticado, chamando a atenção da mídia e da sociedade, como o uso frequente e questionável da gravidez planejada. Já o doping sanguíneo é caracterizado pelo aumento da concentração de hemoglobina, sendo utilizado em esportes de resistência. Este pode ser induzido pelos métodos de reinfusão do próprio sangue (Autólogo), infusão de sangue de um doador (Heterólogo), transportadores artificiais de oxigênio e pelo uso da eritropoetina desenvolvida pela engenharia genética e largamente utilizada no meio médico. Discutiremos também no presente trabalho, os métodos de detecção e a ética do profissional que o utiliza.

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Publicado

2018-08-17