Depressão pós-parto: conhecendo para intervir

Autores

  • L. V. Quinelato UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • F. L. S. Lopes UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • T. C. S. Lopes UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. A. M. Barreto UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

Palavras-chave:

depressão pós-parto, gestação, depressão maior

Resumo

No Brasil, a depressão é considerada um problema de saúde pública, atingindo 2 a 5% da população. Quando é precedida da gestação, do parto e do período pós-parto, é conhecida como Depressão Pós-Parto. É preocupante que o transtorno seja algo consideravelmente presente, principalmente pelo fato de ser um transtorno psiquiátrico, muitas vezes, subdiagnosticado e com influências danosas sobre a vida da mãe e de seu recém-nato. O presente trabalho tem como objetivo revisar os atuais estudos sobre o tema, visando sua compreensão, diagnóstico e correta conduta frente a essa desordem psíquica, além de subsidiar, teoricamente, pesquisa de campo que será realizada sobre a incidência da depressão pós-parto, em cidade do interior do Rio de Janeiro. Para tanto, foi realizada pesquisa bibliográfica, explicitando conceitos, sintomatologia, epidemiologia, diagnóstico e tratamento. Considerou-se não somente o conceito de “depressão pós-parto”, mas também “gestação” e “depressão maior”. Como resultados foram obtidos informações sobre a gestação e suas modificações físicas e psíquicas e o puerpério, onde podem ocorrer Tristeza Materna, Psicose Puerperal, Depressão Maior e Depressão Pós-Parto. Além disso, considerações foram feitas sobre o papel fundamental do médico e de sua relação com a paciente, em todas as etapas do atendimento: diagnóstico, tratamento e superação da depressão pós-parto.

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Publicado

14-08-2018

Como Citar

QUINELATO, L. V.; LOPES, F. L. S.; LOPES, T. C. S.; BARRETO, M. A. M. Depressão pós-parto: conhecendo para intervir. Cadernos UniFOA, Volta Redonda, v. 5, n. 1esp, p. 23, 2018. Disponível em: https://revistas.unifoa.edu.br/cadernos/article/view/2397. Acesso em: 12 ago. 2022.