Avaliação e comparação de características de amortecimento de sinais gerados de diferentes violões

Autores

  • Paulo Sérgio Teixeira Universidade Federal Fluminense
  • Alexandre José da Silva Universidade Federal Fluminense
  • José Flávio Silveira Feiteira Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v9.n26.254

Palavras-chave:

Taxas de amortecimento, dissipação de energia, irradiação do som, decremento logarítmico.

Resumo

As taxas de amortecimento dos diferentes modos de vibração de um violão dependem de uma série de fatores. Entre esses, as propriedades do material das cordas. Há também a dissipação de energia também através do ar, onde as cordas ao serem excitadas sofrem resistência ao movimento devido a viscosidade do ar, e isso faz com que haja mais amortecimento. A taxa na qual a energia é perdida na irradiação do som depende de como os diferentes modos de corpo são excitados, e isso pode variar significativamente entre diferentes instrumentos. Essa taxa pode ser calculada através do decremento logarítmico, que é consequência de um simples impulso provocado no sistema (em vibração livre) é obtido através da razão entre duas amplitudes sucessivas do sinal. O termo decremento logarítmico refere-se à taxa de redução logarítmica, relacionada com a redução do movimento após o impulso, pois a energia é transferida para outras partes do sistema ou é absorvida pelo próprio elemento.

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Biografia do Autor

Paulo Sérgio Teixeira, Universidade Federal Fluminense

engenheiro mecânico cursando mestrado em engenharia metalúrgica e materiais. Professor nas áreas de máquinas hidráulicas e sistemas térmicos, mecânica técnica, metrologia, produção mecânica e tecnologia mecânica.

Alexandre José da Silva, Universidade Federal Fluminense

Pesquisador do CNPq, é graduado em Engenharia Mecânica pela UFRJ (1981), Mestre em Engenharia Nuclear pela COPPE-UFRJ (1984) com dissertação de cunho computacional e experimental na área de escoamentos bi-fásicos gás-líquido ( modelo Drift-Flux dinâmico). Fez seu doutorado em Engenharia Mecânica recebendo o título de Doktor-Ingenieur für Maschinenbau-Dr.-Ing. pela Ruhr Universität Bochum-RUB, Institut Für Thermo Und Fluidynamik (1990), na Alemanha, com tese na área de Análise Assintótica da Convecção Mista Turbulenta. Atualmente é Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica da UFF em Volta Redonda, que ajudou a criar em 2010. (Texto informado pelo autor)

José Flávio Silveira Feiteira, Universidade Federal Fluminense

Doutorado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2002). Atualmente é coordenador do Curso de Graduação em Engenharia Mecânica da UFF - Universidade Federal Fluminense campus Volta Redonda-RJ. É professor da PGMEC - Pós-graduação em Engenharia Mecânica e do MCCT - Programa de Pós-graduação em Modelagem Computacional em Ciência e Tecnologia, na mesma instituição.Tem experiência em Propagação de Ondas, Acústica e Vibrações Mecânicas, atuando, principalmente, nos seguintes temas: processamento de sinais, transformadas tempo-freqüência, redes neurais, qualidade acústica de salas e aplicações de ultra-som.

Referências

COSSOLINO L.C.; PEREIRA A.H.A. – “Amortecimento: classificação e métodos de determinação” – Universidade de São Carlos, 2010.

JANSSON, ERIK V. – “Acoustics for the Guitar Player” - seminar organized by the Committee for the Acoustics of Music, Publications issued by the Royal Swedish Academy of Music No. 38, 1983

WRIGHT, H. – “The Acoustics and Psychoacoustics of the Guitar” – Department of Physics and Astronomy, University of Wales, 1996.

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Publicado

12/10/2014

Edição

Seção

Tecnologia e Engenharias

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