Perfil epidemiológico de la tuberculosis en el municipio de Volta Redonda/RJ de 2020 a 2024 y desafíos para su monitoreo.
DOI:
https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v21.n56.6013Palabras clave:
Tuberculosis, Grupos vulnerables, Responsabilidad compartida, Estrategias de control, Descentralización de la atención.Resumen
Introducción: La tuberculosis es una enfermedad infecciosa de notificación obligatoria causada por el agente etiológico Mycobacterium tuberculosis, transmitida principalmente por vía aérea. Representa un importante problema de salud pública, responsable de altas tasas de morbilidad y mortalidad, especialmente en contextos de vulnerabilidad social. Objetivos: Describir el perfil epidemiológico de los casos de tuberculosis en el municipio de Volta Redonda/RJ, entre 2020 y 2024, y los retos que se presentan en su vigilancia. Metodología: Estudio epidemiológico observacional, transversal, retrospectivo, cuantitativo y descriptivo, basado en datos secundarios obtenidos a través del Sistema de Información de Enfermedades de Notificación Obligatoria del Sistema Único de Salud (SUS), mediante la consulta de la plataforma electrónica del Departamento de Informática del Sistema Único de Salud, de los casos de tuberculosis notificados en el municipio de Volta Redonda/RJ, en el periodo 2020-2024. Resultados: Durante el periodo analizado, se confirmaron 1155 casos de tuberculosis en el municipio de Volta Redonda/RJ. Se identificó que la población más afectada por la enfermedad en la ciudad corresponde a hombres de entre 20 y 59 años, y que la presentación clínica más frecuente es la pulmonar. Los principales desafíos para su vigilancia son la falta de adherencia al tratamiento directamente observado y la alta tasa de abandono del tratamiento. Consideraciones finales: A pesar de los avances en el diagnóstico y el tratamiento, y de los esfuerzos realizados a nivel nacional y municipal para combatir la tuberculosis en los últimos años, el control de la enfermedad aún enfrenta importantes desafíos. En este contexto, la gestión sanitaria desempeña un papel fundamental en la implementación de políticas públicas, la organización de la atención primaria de salud, la vigilancia epidemiológica y el monitoreo de la enfermedad.
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