Entre la pose de madurez y el refugio en la infancia

representaciones de la adolescencia masculina en la telenovela Poliana Moça

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v21.n56.6205

Palabras clave:

estudios de televisión, ficción televisiva seriada, telenovela brasileña, producciones infantojuveniles, telepoética

Resumen

Este artículo discute la representación de la adolescencia masculina en la telenovela brasileña contemporánea, observando cómo la ficción seriada del SBT legitima el descubrimiento del amor en los niños. A la luz de la telepoética y de los conceptos de “moratoria social” (Calligaris, 2014) y “fase neorromántica” (Néia, 2021), entre otros, se analiza la construcción narrativa y estilística de los personajes masculinos en Poliana Moça (2022-2023). Los resultados indican que la obra subvierte los estereotipos de virilidad al utilizar el melodrama para validar la vulnerabilidad, la timidez y la parálisis ante el afecto, caracterizando al sujeto tween por la oscilación entre la pose de madurez y el refugio en la infancia.

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Biografía del autor/a

João Paulo Hergesel, Pontificia Universidad Católica de Campinas

Profesor investigador de la Escuela de Lenguaje y Comunicación de la Pontificia Universidad Católica de Campinas (PUC-Campinas), con estancia posdoctoral en curso en el Programa de Posgrado en Multimedios de la Universidad Estatal de Campinas (Unicamp). Doctor en Comunicación (UAM), con posdoctorado en Comunicación y Cultura (Uniso). Integrante de la Red Brasileña de Investigadores de Ficción Televisiva (Obitel Brasil) y de la Red de Investigación en Comunicación, Infancias y Adolescencias (Recria).

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Publicado

2026-07-22

Cómo citar

HERGESEL, João Paulo. Entre la pose de madurez y el refugio en la infancia: representaciones de la adolescencia masculina en la telenovela Poliana Moça. Cadernos UniFOA, Volta Redonda, RJ, v. 21, n. 56, p. 1–14, 2026. DOI: 10.47385/cadunifoa.v21.n56.6205. Disponível em: https://revistas.unifoa.edu.br/cadernos/article/view/6205. Acesso em: 23 jul. 2026.

Número

Sección

Ciências Sociais Aplicadas e Humanas