Consequências do forame oval patente (FOP)

Autores

  • A. V. S. S. Miranda UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.1830

Palavras-chave:

forame oval patente, consequências, fechamento

Resumo

O forame oval é formado através da divisão incompleta entre os átrios pelo septum secudum. O normal é que após o nascimento o forame oval se feche devido a uma pressão maior. Em 27% da população adulta o forame persiste aberto devido a uma fusão inadequada dos septos primum e secundum. Alterações do septo interatrial, notadamente o forame oval patente (FOP), foram descritos como principal exemplo da embolia paradoxal. Ela é uma das causas descritas recentemente como causadora do acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI), condição de risco que assume maior importância entre jovens. Um estudo mostrou que um paciente apresentou com quadro de hipoxemia e platipnéia e cujo único achado na investigação foi a presença de um forame oval patente com shunt direita-esquerda sem hipertensão pulmonar, caracterizando uma síndrome rara conhecida como platipnéia-ortodeoxia, de interessantes características fisiopatológicas e com opções terapêuticas ainda não totalmente definidas. Sendo o FOP uma causa possível para tal síndrome. Tais estudos levaram a crer que o não fechamento do forame oval traria consequências para a vida de um ser humano, em várias fases da sua vida. Desta forma, este trabalho pretende abordar o assunto acima, enfatizando consequências como a embolia paradoxal e o AVCI, utilizando artigos entre os anos de 1988 e 2006.

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Publicado

2012-10-30