Consumo Exacerbado de Sal Pela População brasileira: um fator de risco cardiovascular modificável e de relevância para controle da pressão arterial

Autores

  • G. B. Passarelli UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • J. C. Azevedo UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.1832

Palavras-chave:

pressão arterial, cloreto de sódio, dieta

Resumo

A hipertensão arterial sistêmica é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial. Associa-se frequentemente a alterações funcionais e/ou estruturais dos órgãos-alvo e a alterações metabólicas, com consequente aumento do risco de eventos cardiovasculares fatais e não fatais. No Brasil, a hipertensão afeta mais de 30 milhões e é o mais importante fator de risco para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares, com destaque para o AVC e o infarto do miocárdio, as duas maiores causas isoladas de mortes no país. O diagnóstico deverá ser sempre validado por medidas repetidas, em condições ideais, em pelo menos três ocasiões. Por tratar-se de uma doença assintomática, são diversos os fatores de risco ao aumento do nível de pressão arterial, tais como: idade, gênero e etnia, genética, excesso de peso e obesidade, ingestão de sal, ingestão de álcool, sedentarismo e até mesmo fatores socioeconômicos. A necessidade diária de sódio para os seres humanos é a contida em 5 g de cloreto de sódio ou sal de cozinha. O consumo médio do brasileiro corresponde ao dobro do recomendado. Nessa perspectiva, o seguinte projeto de revisão de artigos abordará a influência do sal dentro dos mecanismos de controle da PA, bem como seus aspectos epidemiológicos, patogênicos e restrições na dieta repercutindo em efeitos neuro-humorais e metabólicos.

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Publicado

2012-10-30