Marca-passo em pacientes chagásicos

Autores

  • L. N. Freitas UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • L. P. Martins UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • C. G. Gorgatti UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.1945

Palavras-chave:

marca-passo cardíaco, doença de Chagas, miocardite

Resumo

Este trabalho tem como objetivo analisar os benefícios do implante de marca-passo cardíaco artificial em pacientes chagásicos. A Doença de Chagas, causada pelo protozoário Trypanossoma cruzi e descoberta no ano de 1909 por Carlos Chagas, tem na fase crônica tem-se um quadro chamado miocardite crônica fibrosante, que é responsável não só pela perda da função contrátil do miocárdio cardíaco como também pelo comprometimento do sistema de condução do coração, por variados tipos de arritmias. Estudos comparativos entre a miocardiopatia chagásica e outras miocardiopatias revelam que pacientes com essa síndrome possuem maior comprometimento do ventrículo esquerdo (VE) e maior incidência de arritmias cardíacas. Contudo, embora existam na literatura estudos que comparem miocardites chagásicas e não chagásicas, dificilmente encontra-se material que analise as características clínicas de pacientes chagásicos com marca-passo cardíaco em comparação com não-portadores de marca-passo. Sendo assim, quando implantado, o marca-passo cardíaco tem a capacidade de, através de seus eletrodos, estimular eletricamente o coração de forma intermitente e constante, fazendo com que o coração do paciente chagásico volte a funcionar de forma fisiológica. E este trabalho de revisão propõe, portanto, analisar os benefícios do mesmo em pacientes com essa síndrome.

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Publicado

2012-10-30