Cidadania e autonomia: um debate acerca do projeto ético-politico

Autores

  • R. M. Coutinho UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. de C. Valva UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. P. do Nascimento UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • F. B. Amaral UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • F. Lugão UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • H. de Lena Júnior UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.2046

Palavras-chave:

cidadania, autonomia, projeto político

Resumo

Para esta apresentação, informaremos algumas considerações acerca do desenvolvimento do supracitado projeto. Esta representa, em última análise, a finalização de um projeto de pesquisa, bem como a apresentação de algumas observações que encontramos no decorrer da mesma. Quando fundamentamos nosso projeto, partimos basicamente de duas premissas: a primeira, compreender como, historicamente e sociologicamente, estas duas categorias (cidadania e autonomia) foram construídas no espaço do capitalismo, e b) como estas mesmas duas categorias marcaram, de forma indelével, o projeto éticopolítico do Assistente Social. Se considerarmos a primeira proposição, observaremos que a ideia de cidadania remonta ao antigo mundo grego. Todavia, esta noção somente ganhará sua última forma no mundo contemporâneo. Com a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, em 26 de agosto de 1789, o súdito ganharia status de cidadão. Em relação ao segundo termo, autonomia. Da acepção grega, que significar território por si só; compreendemos que esta noção se aproxima à lógica da Ciência Política, que considera a autonomia fundamento que pretende estabelecer com liberdade suas leis ou normas. Neste sentido, a ideia de autonomia somente pode ser pensada a partir da noção de liberdade, principalmente aquela que considera que considera os indivíduos como seres capazes de tomar as suas próprias decisões. Entretanto, aqui se põe uma contradição: como ser livre em uma sociedade produtora de mercadorias? Somente podemos pensar em dois caminhos: uma afirmação da ruptura ou uma contemporização das contradições.

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Publicado

2012-10-30