Associação entre estado nutricional, qualidade de vida, depressão, prevalência de doenças crônicas e atividade física em idosos pertencentes a um grupo de convivência

Autores

  • J. S. Cerqueira UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • M. P. Miranda UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • P. A. Dias UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • J. S. Santos UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • E. W. Fonseca UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • A. P. A. Avelino UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda
  • C. C. D. Ferreira UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v6.n2%20Esp.2279

Palavras-chave:

idosos, qualidade de vida, depressão, atividade física

Resumo

 

O objetivo deste trabalho foi investigar a associação entre estado nutricional, qualidade de vida, depressão, prevalência de doenças crônicas não transmissíveis e prática de atividade física em idosos pertencentes a um grupo de convivência de Volta Redonda – RJ. Os participantes deste estudo transversal responderam questionários de características gerais contendo informações sócias econômicas e de atividade física, de qualidade de vida “Medical Outcomes Study 36-item Short-form Health Survey (SF-36)”e o Inventário de Depressão de Beck. Para avaliação do estado nutricional, os idos foram classificados pelo IMC segundo LIPSCHITZ (1994). Participaram do estudo 84 voluntários, sendo 14 homens e 70 mulheres. Foi observado predomínio de idosos com idade entre 60-69 anos (62%), ensino fundamental incompleto (29%), renda familiar de 1 a 2 salários mínimos (59%) e de 1 a 3 moradores residentes no domicílio. Quanto ao estado nutricional 4,8% apresentaram magreza, 57,1% eutrofia e 38,1% sobrepeso. Em relação à qualidade de vida, obteve-se um escore de 91±7,39 indicando alta qualidade (valores próximos a 100 correspondem a um melhor estado de saúde). Em relação à depressão encontrou-se o escore de 9±7,32, indicando ausência de disforia e depressão (valores > 15 disforia e >20 depressão com diagnóstico clínico concomitante). Entre as doenças crônicas não transmissíveis, observou-se que a maioria apresentava hipertensão arterial (29,7%) e doenças cardiovasculares associadas à diabetes mellitus (18%). Os resultados demonstraram que a maioria (90,4%) praticava algum tipo de exercício físico. A participação em grupos de convivência pode proporcionar uma melhora na qualidade de vida e de saúde como demonstram os resultados desta pesquisa, que vão de encontro aos estudos da literatura científica.

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Publicado

08/17/2018

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