Espécies florestais utilizadas em recuperação de áreas degradadas

Autores

  • V. T. Souza UniFOA - Centro Universitário de Volta Redonda
  • P. S. Medeiros UniFOA - Centro Universitário de Volta Redonda
  • A. Longhin UniFOA - Centro Universitário de Volta Redonda
  • R. A. R. Soares UniFOA - Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v6.n2%20Esp.2327

Palavras-chave:

fragmentos florestais, reflorestamento, ecologia

Resumo

A pesquisa foi realizada na região do Médio Vale do Rio Paraíba do Sul, na área limite entre os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, área de domínio do bioma de Mata Atlântica. O primeiro fragmento e se localiza no Município de Resende Estado do Rio de Janeiro e o segundo se localiza no Município de Arapeí Estado de São Paulo. A pesquisa teve como objetivo fazer um levantamento florístico, buscando identificar espécies de adaptação em utilização de áreas degradadas, contribuindo para projetos que visem reflorestamento. As espécies de maior importância estão distribuídas na família das Fabaceae (Leguminosas), sendo: Piptadenia gonoacantha Benth; Apuleia leiocarpa (Vogel) J.F.Macbr; Pseudopiptadenia inaequalis (Benth.) Rauschert; Pseudopiptadenia contorta DC. Fixadoras de nitrogênio como “Rhizobium”, sendo muito utilizadas em arborização urbana. A revegetação com espécies de leguminosas tem-se mostrado uma técnica viável para reabilitação de solos degradados, e funcionando com importantes funções ecológicas. Conclui-se que se deve implementar medidas mitigadoras, com ênfase nas disposições estratégicas entre os fragmentos, visto a importância da diversidade da flora encontrada nos dois fragmentos, subsidiando uma educação ambiental, para proteção da natureza.

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Publicado

08/17/2018

Como Citar

SOUZA, V. T.; MEDEIROS, P. S.; LONGHIN, A.; SOARES, R. A. R. Espécies florestais utilizadas em recuperação de áreas degradadas. Cadernos UniFOA, Volta Redonda, v. 6, n. 2 Esp, p. 80, 2018. DOI: 10.47385/cadunifoa.v6.n2 Esp.2327. Disponível em: https://revistas.unifoa.edu.br/cadernos/article/view/2327. Acesso em: 26 jun. 2022.

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