Uso de pet na avaliação de sociopatias

Autores

  • A. C. Queiroz UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v6.n2%20Esp.2374

Palavras-chave:

PET, tomografia computadorizada, psicopatia, sociopatia

Resumo

A tomografia por emissão de pósitrons (PET) é uma técnica de exame imagenológico, capaz de avaliar a função cerebral, utilizando-se de radiação ionizante. As imagens são captadas em seções transversais, reconstruídas por computador e demonstradas em cores vívidas, indicando o nível de metabolismo dos neurônios. São injetados no sangue, marcadores radioativos ligados à moléculas de glicose e estas são posteriormente incorporadas em células cerebrais vivas, permitindo um exame dinâmico. Alguns estudos vêm demonstrando que essa técnica permite a análise comparativa entre um indivíduo considerado normal e um sociopata, quando se observado o metabolismo cerebral em áreas, como por exemplo, do córtex pré-frontal. Ainda não é possível compreender se a sociopatia é a causa ou o efeito do metabolismo alterado em certas regiões cerebrais. Mesmo com resultados animadores, o que se sabe é que essa técnica ainda não possui credibilidade para ser utilizada com cunho forense, pois existem vários fatores envolvidos em crimes e a função cerebral é uma delas, além de não ser considerada uma amostra significativa o total de estudos relacionados ao uso da PET como diagnóstico psiquiátrico. Esse trabalho visa divulgar informações sobre alguns estudos onde a PET foi utilizada como instrumental na análise comparativa entre criminosos e não criminosos, demonstrando alterações metabólicas cerebrais antes mesmo da observação patológica visível.

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Publicado

08/17/2018

Como Citar

QUEIROZ, A. C. Uso de pet na avaliação de sociopatias. Cadernos UniFOA, Volta Redonda, v. 6, n. 2 Esp, p. 127, 2018. DOI: 10.47385/cadunifoa.v6.n2 Esp.2374. Disponível em: https://revistas.unifoa.edu.br/cadernos/article/view/2374. Acesso em: 26 jun. 2022.