Potencialidades do uso de uma trilha ecológica educativa para a percepção e problematização socioambiental

Autores

  • Cilene de Souza Silva Freitas Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
  • Eliene dos Santos Lopes Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
  • Benjamin Carvalho Teixeira Pinto Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.47385/praxis.v13.n25.2613

Palavras-chave:

espaço não formal, ensino de ciências, educação ambiental.

Resumo

Este artigo emerge da pesquisa de mestrado profissional intitulada: “Trilhas ecológicas educativas em espaços não formais no Parque Natural Municipal do Curió, Paracambi-RJ”. O objetivo da presente pesquisa é investigar as potencialidades do uso das trilhas ecológicas educativas como dispositivo pedagógico de percepção ambiental. Uma planilha de potencialidades foi utilizada como instrumento pedagógico de coleta de dados da percepção ambiental. Inferimos por meio da análise das respostas, nas planilhas preenchidas e das gravações de áudio realizadas ao longo da trilha, que as atividades promoveram a percepção ambiental, o processo de problematização e a construção de conceitos ecológicos e questões socioambientais com os estudantes.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Cilene de Souza Silva Freitas, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Graduada em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual do Norte Fluminense. Mestre em Educação em Ciências e Matemática, Área de Concentração em Ensino e Aprendizagem em Ciências e Matemática, pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

Eliene dos Santos Lopes, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Bacharel em Biologia pela mesma Instituição. Bolsista PIBIC/UFRRJ (biênio 2015/2016) e PIBIC/CNPq (biênio 2016/2017), atuando nas áreas de Ensino de Ciências e Biologia, Educação Ambiental e Educação em Espaços Não Formais. 

Benjamin Carvalho Teixeira Pinto, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Doudor em Ciências Biológicas. Professor lotado no Departamento de Teoria e Planejamento de Ensino (DTPE), Instituto de Educação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Professor Pesquisador no Mestrado Profissional do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática.

Referências

ACORDI. O.S.G.; PASA. M.C. Trilha ecológica pedagógica como estratégia de ensino-aprendizagem nas escolas do município de Apiacás, MT, Brasil. Biodiversidade, v.13, n. 1, p. 106 a 114, 2014.

ALVES, D. Sensopercepção em ações de Educação Ambiental. Brasília: MEC/INEPE, p.79. (Série documental, antecipações, n.7). 1995.

BASTOS, F. Construtivismo e ensino de ciências. In: NARDI, R. (Org.). Questões atuais no ensino de ciências. São Paulo: Escrituras Editora, 1998. p. 9-25.

DEL RIO, V.; OLIVEIRA, L. Percepção ambiental: a experiência brasileira. 2 ed. São Paulo: Studio Nobel, 1999.

DOLFLLUS, O. O Espaço Geográfico. 5ª ed. Rio de Janeiro. Editora: Bertrand Brasil.1991.

FREITAS, C. S. S.; LOPES, E. S.; PINTO, B. C. T. Trilhas ecológicas educativas em espaços não formais do Parque Natural Municipal do Curió – Paracambi, RJ. Revista da SBEnBio, n 9, p. 5797-5808, 2016.

GIL-PÉREZ, D.; GUISASOLA, J.; MORENO, A.; CACHAPUZ, A.; PESSOA DE CARVALHO, A. M.; MARTÍNEZ TORREGROSA, J.; SALINAS, J.; VALDÉS, P.; GONZÁLEZ, E.; GENÉ DUCH, A.; DUMAS-CARRÉ, A.; TRICÁRICO, H.; GALLEGO, R. Defending constructivism in Science education. Science & Education, v. 12, p. 557-571, 2002.

GUIMARÃES. M. Armadilha paradigmática na educação ambiental. In: LOUREIRO, C. F, B.; LAYRARGUES, P. P.; CASTRO, R. S. (Orgs.). Pensamento Complexo, Dialética e Educação Ambiental. São Paulo: Cortez, 2011. 15-29p.

LECHNER, L. Planejamento, implantação e manejo de trilhas em unidades de conservação. Cadernos de Conservação. Fundação O Boticário de Proteção à Natureza 3: 1-123. 2006.

MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2010.

MARIN, A. A. Pesquisa em educação ambiental e percepção ambiental. Universidade Federal do Paraná. Pesquisa em Educação Ambiental, vol. 3, n. 1 – p. 203-222, 2008.

MARQUES, V.; SATRIANO, C. R; GARCIA, M. G. M. Uso de trilha na aprendizagem significativa interdisciplinar. In: Marques, V; Pereira-Filho, G. H. (Org.). Mergulho: uma nova ferramenta educacional. 1ed. Seropédica: EDUR, v. 1, p. 50-62, 2013.

MEDINA, N.M, SANTOS, E.C. Educação Ambiental: uma metodologia participativa de formação. Petrópolis. Editora Vozes. 1999.

MENGHINI, F. B. As trilhas interpretativas como recurso pedagógico: caminhos traçados para a Educação Ambiental. Dissertação, Itajaí, SC. 2005. 103 p.

OLIVEIRA, L. Percepção Ambiental. Revista Geografia e Pesquisa, v.6, n.2, 2009.

PIN, J.R.O. As trilhas ecológicas como proposta pedagógica em espaços educativos não formais. Dissertação (mestrado)- Instituto Federal do Espírito Santo- Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e Matemática. 2014. 159 f.

PIN, J; CAMPOS, C. R. P. Um olhar interdisciplinar sobre as trilhas ecológicas. Tecnologia & Cultura (CEFET/RJ), v. 16, p. 26-34, 2014.

ROCHA M. B.; HENRIQUE. R. L.; QUITÁ. C.. SILVEIRA. L. F.; VASCONCELLOS. V. Estudos sobre trilhas: uma análise de tendências em eventos de Ensino de Ciências e Educação Ambiental. Acta Scientia e Canoas, v.18, n.2 p. 517-530, 2016.

ROMEIRO, A. R. Economia ou economia política da sustentabilidade. In: MAY, P. H (org.). Economia do Meio Ambiente. Teoria e Prática. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 379 p.

VYGOTSKY, L. S. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 496 p.

Downloads

Publicado

2021-06-24

Edição

Seção

Artigos