Enfisema pulmonar frente ao tabagismo

Autores

  • T. A. Freire UniFOA – Centro Universitário de Volta Redonda

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v7.n1%20Esp.1842

Palavras-chave:

DPOC, enfisema, pulmões, tabaco

Resumo

A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) se caracteriza pela obstrução crônica ao fluxo aéreo decorrente do aumento da resistência das vias aéreas, como ocorre na asma brônquica e enfisema pulmonar. Esta última patologia tem por propriedade a expansão anormal e até mesmo a destruição dos alvéolos. A hematose é, pois, prejudicada devido à diminuição da capacidade respiratória. O enfisema pulmonar aflige 210 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo uma das principais causas de morte e morbidade crônica. O tabagismo domina a etiologia da DPOC, porém fatores genéticos como a deficiência da alfa-1-antitripsina (enzima produzida nos pulmões), e infecções rotineiras das vias aéreas superiores são potenciais agentes desta doença. Além da nicotina, a fumaça do tabaco contém muitos agentes tóxicos para o aparelho respiratório. O fumante carreia para os pulmões um número significativo dessas substancias responsáveis pela gênese da DPOC, razão pela qual a suspensão do tabagismo pode levar a prevenção. Em casos extremos, a cirurgia com transplante de pulmão está indicada, já que a DPOC não tem cura e é progressivamente incapacitante. O objetivo do presente trabalho foi o de realizar uma revisão da literatura com o intuito de aprofundar o conhecimento dos acadêmicos de Medicina em relação à ocorrência do enfisema e sua associação ao fumo. Desta forma, frente às alterações de função pulmonar, fica claro que o paciente deve estar ciente que a cessação tabágica e a manutenção da abstinência aliada a outros procedimentos terapêuticos podem propiciar melhora na disposição, dispnéia e redução do cansaço.

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Publicado

2012-10-30