MUSEU DO AMANHÃ: UMA INVESTIGAÇÃO TÁTIL COM O OLHAR ÀS CEGAS DE QUEM VÊ

Elias dos Santos Silva Junior, Ana Nogueira Braga, Sérgio Rodrigues Bahia, Sérgio Crespo Coelho da Silva Pinto, Ruth Maria Mariani Braz

Resumo


Este artigo tem o objetivo analisar a acessibilidade visando a sustentabilidade social e de apresentar quais seriam os desafios que as pessoas com deficiência visual teriam para se locomoverem pelo ambiente ao visitarem o Museu do Amanhã. Verifica se o Museu do Amanhã observou todas as especificações contidas na norma da NBR 16537/2016 que estabelece os procedimentos de como sinalizar o piso tátil, elaborar projetos e instalações. Avalia a qualidade do seu áudio-guia. Percebe-se interpretações errôneas na aplicação da norma, que podem confundir o visitante com deficiência visual e a falta de observância à sinalização, até mesmo por parte de funcionários e das pessoas em geral, podendo ocasionar eventuais acidentes e inconvenientes. Como recurso metodológico, utilizou-se o pressuposto da pesquisa de campo do tipo observação participante e revisão da literatura sobre o assunto. Conclui que o Museu do Amanhã necessita observar e se adequar à norma da ABNT NBR 16537/2016.


Palavras-chave


Museu do Amanhã. Deficiência Visual. Piso Tátil. Tecnologia Assistiva.

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Referências


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