Cuerpo que Gesta, Escritura que Florece:

Maternidad y juego libre en la naturaleza

Autores/as

Palabras clave:

Maternidad; Permanencia Académica; Juego Libre; Naturaleza; Autoetnografía.

Resumen

Este artículo discute las intersecciones entre la maternidad, la producción científica y la permanencia académica a partir de la experiencia de una estudiante madre de posgrado durante el desarrollo de una tesis de Maestría en Educación. Vinculado a una investigación sobre el juego libre en espacios naturales en un centro de educación infantil público del municipio de Maracás, Bahía, el estudio busca comprender cómo la gestación influye en las formas de investigar, escribir y permanecer en la universidad. Metodológicamente, la investigación articula la etnografía y la autoetnografía desde un enfoque cualitativo, utilizando la observación participante, notas de campo y registros de experiencias vividas durante el embarazo. Los análisis muestran que el juego libre en la naturaleza potencia las experiencias infantiles de creación, imaginación y pertenencia. Al mismo tiempo, revelan que la maternidad desafía la lógica productivista de la universidad, poniendo de manifiesto las dificultades relacionadas con la permanencia de las estudiantes madres en la educación de posgrado. El estudio concluye que producir conocimiento durante el embarazo amplía formas sensibles, corporizadas y situadas de comprender la investigación académica.

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Biografía del autor/a

Marilete, Universidad Estatal del Suroeste de Bahía

Pós Doutora em Infâncias e o brincar. Doutora em Educação, pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Professora Titular da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEd/UESB), atuando na Linha 3 - Formação, Linguagem, Memórias e Processos de Subjetivação.

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Publicado

2026-10-09

Cómo citar

VIEIRA DOS SANTOS, ANANDA; CALEGARI CARDOSO, Marilete. Cuerpo que Gesta, Escritura que Florece:: Maternidad y juego libre en la naturaleza. Revista Práxis, [S. l.], v. 18, n. 1sup, 2026. Disponível em: https://revistas.unifoa.edu.br/praxis/article/view/6344. Acesso em: 13 oct. 2026.