Os transtornos alimentares: causas e tratamento numa visão multidisciplinar.

Autores

  • Kátia Melek Psicóloga, especialista em transtornos alimentares, pós-graduanda em terapia cognitivo-comportamental nas instituições e na clínica na UNIFOA.
  • Ana Claudia C. de Ornelas Maia Psicóloga, especialista em terapia cognitivo-comportamental, mestre em sexologia, coordenadora do curso de pós-graduação em terapia cognitivo-comportamental nas instituições e na clínica na UNIFOA e professora de psicologia da UNESA.

DOI:

https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v3.n1esp.1186

Palavras-chave:

alimentares, família e multidisciplinar.

Resumo

O presente artigo tem como objetivos a instrução das pessoas de nossa sociedade sobre a importância dos transtornos alimentares, quanto à conceituação, causas e o tratamento numa visão multidisciplinar. Através de um estudo referenciado em bibliografias atualizadas sobre esses transtornos, bem como o sofrimento das pessoas as quais são acometidas por eles. A participação da família é fundamental no tratamento e a interação de uma equipe de profissionais acerca de possibilidades de conscientização e normalização das alterações psiquiátricas, psicológicas, físicas e nutricionais.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

ALMEIDA, Cecília Maria de Melo. Trabalho de conclusão de curso. “Obesidade Infantil. Auto-Imagem e Auto-Estima”. p. 06-12; 36-38, dezembro 2003.

ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE PSIQUIATRIA. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-IV). Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

BALLONE, G. J. Transtornos Alimentares. Psiqweb – Psiquiatria Geral. Disponível em: <http://www.gballone.sites.uol.com.br/temas/alim_inde.html#5. Acesso em: 05 out 2004.

CASTRO, Ana Lúcia. Sociabilidade e Estilos de vida: o culto ao corpo na cidade de São Paulo e sua relação com a mídia. 2001. 186f. Tese de Doutoramento em Ciências Sociais – Universidade de Campinas, Campinas, 2001. Disponível em:

FLORENCE, Stella. Hoje acordei gorda. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1999.

FREUD, Sigmund. O mal-estar na civilização. Rio de Janeiro: Imago, 1969. Vol. XXI.

GÖCKEL, Renate. Comer demais não resolve seus problemas. São Paulo: Editora Cultrix, 1997.

KAPLAN, H.; KAPLAN H. S. The psychosomatic concept of obesity. Journal of Nervous and Mental Disease, 125. 181-201. Ano 1957. Disponível em:

MORGAN, Christina M.; AZEVEDO, Angélica M. Claudino. Aspectos Sócio-Culturais dos Transtornos Alimentares. In: Oitava Conferência em Transtornos Alimentares. 1998. New York. The International Journal of Psychiatry. Psychiatry On Line Brazil. Ano 1998. vol. 3 – nº 02. Disponível em: <http://www.priory.com/psych/archives.htm. Acesso em 05 de out 2004.

NUNES, Maria Angélica Antunes et al. Transtornos Alimentares e Obesidade. São Paulo: Artes Médicas, 2002.

RANGÉ, Bernard et al. Psicoterapias cognitivo-comportamentais. Um diálogo com a psiquiatria. São Paulo: Artes Médicas, 2001.

REVISTA BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA. Etiologia dos Transtornos Alimentares; nº 24, Supl. III. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rpb/v24s3/13966.pdf. Acesso em: 23 set 2004.

VARELLA, Dráuzio. Raízes Biológicas da Obesidade. Disponível em: <http://www.drauziovarella.com.br/index.asp. Acesso em 22 out 2004.

WOITITZ, J. G. Healing your sexual self. Deerfield Beach. Fl: Health Communications, Inc. Ano 1989. Disponível em: <http://www.geocities.com/gordinhascia/ estudosanalíticos.htm. Acesso em 22 out 2004.

Downloads

Publicado

03/30/2017

Como Citar

MELEK, K.; MAIA, A. C. C. de O. Os transtornos alimentares: causas e tratamento numa visão multidisciplinar. Cadernos UniFOA, Volta Redonda, v. 3, n. 1esp, p. 21–38, 2017. DOI: 10.47385/cadunifoa.v3.n1esp.1186. Disponível em: https://revistas.unifoa.edu.br/cadernos/article/view/1186. Acesso em: 4 jul. 2022.

Edição

Seção

Especial Pós-graduação